3 dicas para metrificar o desenvolvimento das habilidades da sua equipe

Capacidade de comunicação , capacidade de trabalhar em equipe , inteligência emocional são alguns dos muitos exemplos de habilidades necessárias à um time forte, independentemente da empresa. Mas você pode estar pensando, como eu posso medir se minha equipe está avançando ou não em suas habilidades comportamentais? É possível fazer isso?

Não é novidade para empreendedores a importância de saber colher e analisar dados para que tenha melhores condições de gerir o negócio é ter embasamento preciso para suas decisões, desde as mais simples até as mais estratégicas.  Mensurar é preciso! Existe uma frase famosa que diz que “aquilo que não é medido não poderá ser gerenciado“. Imagine como seria “gerenciar” o tempo se não tivéssemos o auxílio das métricas dos ponteiros dos relógios. Ou ainda tomar a dose certa de um remédio se as medidas – litros e mililitros – não existisse.

Precisamos de referências para quantificar os fatos e nós orientarmos sobre o que está acontecendo. Não é raro encontrarmos empresas que tem dificuldades em colher as métricas adequadas para o seu negócio. Desde o fluxo de caixa até mesmo outros itens básicos como a composição dos seus custos gerais e seu ticket médio.

Primeiramente temos que ter em mente que estamos falando de metrificar ativos muito subjetivos, abrangentes e intangíveis. Imagina o tamanho do desafio? Sim, ele é muito grande. Mas temos  3 algumas dicas práticas de como começar este processo na sua empresa.

1 – Entenda que métricas comportamentais são extremamente específicas, por isso vai precisar ampliar o seu conceito de metrificação.

Isso mesmo. Não adiantará tentar mensurar o avanço de habilidades imaginando que é um processo análogo ao acompanhamento de um fluxo de caixa. Lembre-se: estamos falando sobre capacidades humanas, emoções, comportamentos e portanto, de variações, interconexões e combinações INFINITAS! É extremamente comum que gestores se perguntem ao contratar treinamentos: Qual o meu retorno de investimento? O quanto meu fluxo de caixa será impactado? Mas muitas vezes esquecem de fazer a pergunta primária: quais ações especificas eu quero gerar com base nos conhecimentos adquiridos? A preocupação primária deverá ser metrificar as ações geradas.

02 – Tenha um propósito específico. Por mais simples que pareça , é um erro comum entre muitos gestores contratar treinamentos corporativos com objetivos abrangentes demais, o que acaba deixando o processo educacional vago e muitas vezes ineficaz.

Pergunte-se: Por quais motivos principais eu preciso de mais conhecimento na minha empresa? É para acelerar a aderência à minha cultura? É para aprimorar minha política de atendimento? É para ter um processo organizado de escolha e desenvolvimento dos meus próximos líderes? É para estruturar minha área comercial? Se você não souber o motivo pelo qual está trazendo educação para sua empresa provavelmente irá saturar a equipe de conteúdos irrelevantes, aumentar seus custos e não enxergar resultados práticos na organização.

3 – Entenda que a educação corporativa é um meio, e não um fim em si mesma. Nas organizações a educação corporativa é uma ferramenta e como tal deve ter uma utilidade.

Você não compraria um martelo só para tê-lo na caixa de ferramentas ou se descobrisse que ele não consegue auxiliá-lo a pregar um prego. Então por qual motivo teríamos academias de treinamentos sem saber para que ela servirá. Este item conecta-se muito com o item 2, mas com uma nuance específica: entenda se conseguirá transformar o conhecimento em ação prática e se os conteúdos são específicos o suficiente para sua demanda. Treinamento padronizado não traz resultados. A educação corporativa deve ser personalizada de acordo com os valores, missão e cultura da organização e acontece para apoiar a mesma na consecução dos seus objetivos. Quando tratamos a EC como meio e não como fim nossos esforços se voltam para entender se a empresa contratada consegue fazer a ponte entre os conteúdos e a prática e se tem mecanismos educacionais suficientemente estruturados para ajudar a empresa a percorrer esta jornada.

O tema é complexo, e em breve teremos mais artigos a respeito. Acreditamos que estes 3 itens ajudem você a escolher as melhores estratégias de educação corporativa.

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