3 comportamentos para eliminar o julgamento excessivo na sua empresa

Você conhece pessoas que “julgam” os outros indivíduos e as situações a todo o tempo. Pessoas que raramente ficam em silêncio pois sempre tem um opinião convicta sobre o que é melhor ou pior e sobre o que as pessoas são os deixam de ser e até mesmo sobre os sentimentos que estas pessoas estão sentindo ou deixando de sentir. Já presenciaram pessoas tentando questionar estes “julgadores” e que estas não ouviram os questionamentos para tentar construir uma nova perspectiva, um novo ponto de vista?

Em algum grau você é um “julgador em série”?
A linguagem é a base do entendimento humano: por meio dela conseguimos construir padrões lógicos com o que vemos, ouvimos e sentimos. Por meio dela também somos capazes de distinguir, separar, classificar e julgar para que possamos tomar decisões e agir adequadamente com base nelas.

Ter a capacidade de julgar e discernir com certeza é fundamental para a sobrevivência e desenvolvimento humano: imagine se a partir das nossas vivências nunca chegássemos ao ponto de aprender que veneno é diferente de alimento ao ponto de não sermos “habilidosos” o suficiente para julgarmos com naturalidade que é bem melhor saborear uma maça ao invés de “curtir” um pequeno gole de veneno.

Imagine ainda a esdrúxula hipótese de não distinguirmos o perigo de um leão que está dentro de uma jaula ou tal de um felino deste que está a 3 metros. Novamente: Julgar é importante.

Acontece que a meste humana é tão fantástica que consegue fazer de um processo cognitivo básico( distinguir, classificar, julgar) um perigo para a boa convivência e o desenvolvimento humano.
Em um processo mental a ordem coerente, nas mais diversas situações do nosso cotidiano, seria:

1- Você observa, escuta, aprende com atenção e máximo zelo o mundo, as coisas, as opiniões, os fatos, notícias, as pessoas para ter uma base coerente e lógica em seus pensamentos.

2- Você questiona, refuta, pensa, analisa francamente suas percepções para validá-las caso sejam razoáveis ou descartá-las caso não tenham coerência para assim buscar novos posicionamentos.

3- Depois de já ter observado e questionado, posiciona-se com embasamento para tomar suas próprias decisões e, quando necessário emite uma opinião.

Já perceberam que é muito comum presenciarmos o contrário? Pessoas julgam as outras a todo o tempo, sem necessidade e sem embasamento: sejam as roupas, as posturas o que deveriam fazer ou deixar de fazer, seu parceiro ou parceira sentimental, e por aí vai. É saudável viver assim?

Não raramente esses julgamentos não possuem um embasamento coerente, são contraditórios ou no mínimo são dispensáveis. Será que tudo precisa de uma opinião nossa? É saudável para a nossa mente ocupá-la a todo instante da árdua tarefa de classificar e julgar?

Quando julgamos sem pensar corremos o risco de perder qualidade de vida pois estamos ocupando pensamentos muitas vezes para construções inúteis. Quando verbalizamos o que julgamos correto e incorreto a todo instante possivelmente nos tornaremos enfadonhos, verdadeiros chatos. Julgar em excesso: Desnecessário e prejudicial pra nós mesmos e para os outros. É por meio de julgamentos precipitados que os preconceitos se perpetuam, por por meio de julgamentos descabidos que tomamos decisões prejudiciais é por meio deles que enchemos nossas mentes quando deveríamos estar concentrados em uma atividade importante no trabalho, por exemplo.

Mas o que podemos fazer a respeito? Os 3 comportamentos básicos para um mente mais limpa:

1- PRESTE ATENÇÃO NO MOMENTO: Antes mesmo de “pensar” em julgar seja aberto com o que a situação pode te trazer de novas perspectivas. Tem aquela excelente frase que diz que “Uma mente é igual a um paraquedas: só funciona quando aberta!”. Escute com atenção o que seus interlocutores estão expressando ao invés de já estar pensando no que falar: O primeiro idioma que aprendemos é o silêncio, seja flente nele!

2- QUESTIONE SEMPRE: Será que o que eu julgo adequado é mesmo o mais adequado? Por quais motivos? Quais são as experiências na minha vida e na das outras pessoas que evidenciam que minha crença é razoável e adequada. Se não tomarmos cuidado tendemos a cristalizar o que acreditamos como correto e deixamos assim de expandir nossas percepções, acabando por julgar as mesmas situações da mesma maneira, chegando nos mesmo resultados.
Ao ouvir os outros questione mentalmente se a pessoa que diz o que diz tem um mínimo de legitimidade para entender do assunto e julgar do modo que está julgando. Ou só está “atirando” ideias desconexas.Lembre-se: “O que move o mundo são as perguntas e não as respostas”

3- SEJA MODERADO: Nem tudo e nem todos precisam que você os julgue: Nem mesmo você precisa.Radicalismos e extremismos de julgamento mais atrapalham do que ajudam. Seja coerente e leal com você mesmo e com os outros. Quando tiver uma certeza muito grande sobre algo é importante parar, refletir, lembrar que sempre existem coisas que ainda não prendemos e iremos aprender

E você? Conhece pessoas “julgadoras”? E você é uma? Tenha uma mente limpa. Seja Feliz.

Obs- Obviamente existem outros comportamentos importantíssimos para se ter uma mente mais limpa e saudável. As três características aqui escolhidas assim o foram pelo recorte temático. O texto não pretende ser um “Manual da Felicidade” até porque ele não existe! Abraços!

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One Comment

    maquina de inicios curso

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